Rafael Herzberg é sócio da Interact Ltda Consultoria em Energia
Olhando para trás é muito fácil saber o que teria sido melhor contratar para cada caso. O grande desafio sempre é o futuro. Que tipo de energia deve ser contratada, quando, por quanto tempo e a que preço.
Este desafio embute múltiplas considerações:
- O cenário macroeconômico no Brasil,
- Oferta, procura e expectativas de preços futuros de energia,
- Previsão de ritmo de atividade produtiva para o seu negócio, e
- Mudanças de consumo devido a novidades tecnológicas nos processos, produtos e no estilo da ocupação das unidades envolvidas.
A maioria dos executivos com quem trato assuntos de energia informa que é muito difícil fechar um cenário e contratar. As chances de erros grossos são muito grandes. Todos nós conhecemos casos em que:
- O volume contratado foi significativamente maior que o necessário,
- O preço atual da energia fornecida está bem acima do preço corrente, e
- Os contratos celebrados não oferecem brechas para negociação de preço e/ou volume
A boa notícia é que existem maneiras de conciliar preços competitivos com volumes cuidadosamente dimensionados para se fechar uma contratação que resista bastante bem às mudanças de humores dos mercados. Para abrir este tema não hesite em me ligar para uma troca de ideias.

